metamorfosis
a marta, do a lot of coisas, fez um post que me lembrou o uakti tocando músicas do philip glass. e eles são uma coisa tão belo horizonte… mais precisamente belo horizonte de quando eu trabalhava na crisálida – e até parece que é trocadilho com o título da música…
que saudade de você

maria da consolação tenta se enturmar no leblon
ontem eu estava cozinhando – longe da maravilhosa cozinha de rené – e ouvindo a sensacional seleção musical feita por flávia e fred pra minha partida/chegada/morada. uma das coisas que mais me impressionou foi a pegada roquenrou-bailinho de posto dessa baladinha que está lá no dipindura pra ser ouvida (é só clicar). ela é a música que encerra o cdzinho… e o legal é que a melodia dela também dá uma sensação nostálgica na gente (isso é que é tradução intersemiótica!)..
quis colocar uma imagenzinha no post e me lembrei que o pessoal anda pedindo notícias… aí resolvi matar dois coelhos com uma caixa d’água só: aproveito para apresentar a vocês maria da consolação, animada cicerone da minha primeira semana na cidade maravilhosa. hoje, é claro que ela não liga mais. talvez esteja ocupada, em alguma festinha no edifício chopin, com glória maria e narcisa.
bom, mas chega de rancores, que meu coração não nasceu pra isso. vejam só: no feriado, fomos ao projac, e maria consolação teve um momento comadre com a meiga e eterna gabriela:

maria da consolação diz: “ameega!”
e, claro, não poderia deixar de ser registrado o encontro de consolação com a musa heleninha, a legítima, i.e., a única que cai do salto, mas não solta as tiras:

maria vive momentos de tensão com heleninha
* maria da consolação foi meu prêmio off bienal dos piores poemas 2006. na verdade, ele me foi cedido gentilmente por rafael alvarenga – aquele que talvez jamais mande notícias.
isso aqui tá brincadeira!
pro paulo e rené, pela grande lembrança surgida no almoço de hoje =) keep it coming love, com um abraço pro amaury, esse grande amigo e comunicador! haha
porque a vida mesmo louca e absurda, é um eterno aprendizado!
india song
mostra de filmes da duras no ano da frança no brasil e eu aqui me lembrando daquela sexta-feira, 2004? dez da noite depois de aula e trabalho, eu estava no cine humberto mauro com daniel, rené e cíntia para ver india song, roteiro e direção da duras. o tempo estava frio, se não me engano. vimos joãozinho, alice e lúcia castello branco na saída. o filme tinha duas horas de duração, mas a cada meia hora havia uma pausa para trocar o rolo. a fotografia era linda, a história eu não me lembro mais, mas provavelmente a história era o que menos importava mesmo. tudo o que eu via era lindo e lento, como a música que jeanne moreau cantava. e agora ouvindo a música novamente, vejo que o que realmente lembro do filme é a música. lembro-me também dessa cena que coloco abaixo, desse espelho, que, pelo que me lembro, não me deixava perceber o que era ação e reflexo. um filme bonito, sem dúvida, mas realmente chato. quem sabe se eu o tivesse visto em outro momento? vai saber. perdoem-me os mais sublimes.
eu sou freelance
ok, empolguei com músicas que tematizam a liberdade. até queria parar de postar tantos vídeos, mas acabei me lembrando do grande hit que me acompanhou a infância: “eu sou free”, do grupo sempre livre, formado apenas por mulheres. depois eu é que sou infame…
mas a alegria de hoje foi descobrir que uma das autoras da letra é patrícia travassos, antes de deixar a numerologia entrar em sua vida. eu realmente adoro o descontrole da patrycia travassos apresentando o programa alternativa saúde, toda feliz, gorducha, fazendo perguntas desconcertantes, do tipo: “você lê jornal, vê t.v.?” pra uma monja que explicava como se mantinha tranqüila entre os humanos. acho que a travassos dá uma dose de autenticidade (lê-se “descontrole”) ao programa.
bom, mas é para você, amiga leitora, moderna, plural e freelance, que dedico esta música lianda:
e eu que passei anos confundindo “eu sofri” com “eu sou free”
e “sempre free” com “set me free”…
nem precisa de freud pra explicar. é o chamado bololô.
grito de carnaval dulce veiga
alô, nação pré-carnavalesca!
chora cavaco!
vamos esquentando os tamborins pra mais um tradicional grito de carnaval dulce veiga:

lavô eu
lavô eu
e agora eu tô limpinho
usou sabão de coco
e ainda me passou talquinho
ô lavô eu!
e a versão é da juliana perdigão,
acessada via negrão (ui)
1ª nota de cansaço do ano (férias, onde você se esconde?): vamos lá, leitor amigo. ânimo! faça de conta que ainda não se cansou de todos os anos encontrar o mesmo grito de carnaval. finja que estamos nos inserindo em uma tradição: é mais nobre.
é o amorsh

meu eu-podo cast, o dipindura, tava meio caidinho… eu sem tempo de fazer coisas nele… aí, hoje, sexta-feira e meu amor lá longe… resolvi fazer uma serenata com três musiquinhas felizes… a serenata tá aberta a vocês também, sejam bem-vindos =)
rock lobster
um amigo meu dizia que se eu fosse uma música eu seria uma música do tom zé. o povo que não me conhecia tão a fundo, na época, dizia que eu era uma da billie holiday. mas ouvindo rock lobster e lembrando a emoção que foi ouvi-la pela primeira vez, numa fita vhs em que minha tia tinha gravado o rock in rio 85, posso dizer que eu também seria descontroladamente uma do b-52′s.
chora, cavaco
essa música me lembra minha extinta casinha na aimorés 331 (beverly hills 90210?) com daniel e josy… e pensar que aquilo foi um dos inícios de tudo aqui em bh. quando ouço essa música não lembro exatamente de namoros e de amigos daquela época. é mais uma sensação de vida limpa e branca à minha espera.
20 anos de novo? ai jesuis.
she is d.i.s.c.o.n.t.r.o.l.
sabe aquela música que não sai da cabeça? pois é. tem uns três dias que tô com esse disco inferno na cabeça:
ottawan: uma mistura de gretchen, globeleza e jethrtull
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