onde andará dulce veiga?

pra que você tem fome de ler? – II

Publicado em cartas, livrarias e editoras, livro etc., sobre poesia e literatura por letícia féres em agosto 2, 2008


tenho pensado muito sobre isso, sobre o porquê de algumas pessoas lerem tanto ainda hoje. e você lê literatura contemporânea, não? o que você anda lendo agora?

é engraçado… eu lia muito… e ainda fiz letras, então por mais que eu lesse nunca era o bastante… até porque o pessoal do meu curso tem o péssimo hábito de só ler a teoria e esquecer da literatura e da poesia, principalmente as contemporâneas…

estava justamente falando sobre isso com um conterrâneo seu. ele faz mestrado sobre o joão gilberto noll e estava falando sobre alguns escritores de hoje. fiquei com a impressão de que hoje nós falamos mais sobre os autores novos do que realmente os lemos de fato. mas parece que lançaram um livro sobre isso, não? hj nós mais falamos dos livros do que os (briquet de) lemos.

hoje eu trabalho no meio de livros e não me sobra muito tempo para ler alguns além daqueles com que trabalho. dá certa agonia… só não é pior do que a sensação que eu tinha quando trabalhava em livraria: montanhas de livros maravilhosos passando sob meu nariz… eu sempre me lembrava daquela cena do a minha noiva é uma extraterrestre, lembra? kim basinger abria o livro, encostava o pulso nele e fazia uma espécie de leitura dinâmica por osmose… meu sonho isso… haha… procurei aqui essa cena do filme: não encontrei, mas vai pra você a imagem.

bom, acho que é isso. saiu um pequeno testamento aqui, mas também é uma forma de respoder decentemente seu e-mail.

beijim e boa semana!

pena que só vi agora (é cada uma…)

Publicado em coisas da vida, livrarias e editoras, livro etc., mercado editorial, samba e canção por letícia féres em fevereiro 13, 2008

Editora cai no samba
PublishNews - 01/02/2008
A Nenê de Vila Matilde – a mais antiga escola de samba de São Paulo – vai homenagear Câmara Cascudo em seu enredo no Carnaval 2008. Herdeiros do historiador potiguar estarão na avenida, alguns no carro abre-alas e outros no chão, sambando no pé. A Global Editora, que publica as obras do professor Cascudo, apoiando a iniciativa da escola, criou uma ala, onde desfilarão aproximadamente cinqüenta pessoas entre os quais o diretor Luiz Alves Junior e a esposa Cidinha Alves, ambos com mais de sessenta anos, funcionários de todos os departamentos, colaboradores e amigos da casa. O carro abre-alas da escola foi batizado de “Dicionário do folclore brasileiro”.

- lá no cronópios

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