
maria da consolação tenta se enturmar no leblon
ontem eu estava cozinhando – longe da maravilhosa cozinha de rené – e ouvindo a sensacional seleção musical feita por flávia e fred pra minha partida/chegada/morada. uma das coisas que mais me impressionou foi a pegada roquenrou-bailinho de posto dessa baladinha que está lá no dipindura pra ser ouvida (é só clicar). ela é a música que encerra o cdzinho… e o legal é que a melodia dela também dá uma sensação nostálgica na gente (isso é que é tradução intersemiótica!)..
quis colocar uma imagenzinha no post e me lembrei que o pessoal anda pedindo notícias… aí resolvi matar dois coelhos com uma caixa d’água só: aproveito para apresentar a vocês maria da consolação, animada cicerone da minha primeira semana na cidade maravilhosa. hoje, é claro que ela não liga mais. talvez esteja ocupada, em alguma festinha no edifício chopin, com glória maria e narcisa.
bom, mas chega de rancores, que meu coração não nasceu pra isso. vejam só: no feriado, fomos ao projac, e maria consolação teve um momento comadre com a meiga e eterna gabriela:

maria da consolação diz: “ameega!”
e, claro, não poderia deixar de ser registrado o encontro de consolação com a musa heleninha, a legítima, i.e., a única que cai do salto, mas não solta as tiras:

maria vive momentos de tensão com heleninha
* maria da consolação foi meu prêmio off bienal dos piores poemas 2006. na verdade, ele me foi cedido gentilmente por rafael alvarenga – aquele que talvez jamais mande notícias.
Grande Odair…
Que coisa mais rica eim!
Lembra meu dia-a-dia no escritório, tentando decolar num juridiquês qualquer enquanto um cabra na construção em frente me desconcerta a ssoviar “Amados” e eu comemoro na minha bobiça solitária, advinhando “qual é a música”
Bjins