onde andará dulce veiga?

um dos melhores momentos “vergonha alheia” do cinema Julho 25, 2008

Arquivado em: bololô, cinema, samba e canção — letícia féres @ 10:18 pm

 

com humor e com afeto Julho 25, 2008

Arquivado em: samba e canção — letícia féres @ 9:50 pm

 

papai Julho 25, 2008

Arquivado em: filmes, sobre poesia e literatura — letícia féres @ 5:26 am

 

eu é que nao ia resistir ao trocadilho óbvio, néam? Julho 25, 2008

Arquivado em: coisas da vida, escritos de outrem, livro etc. — letícia féres @ 4:57 am

“Graças aos livros, sabemos que Sócrates nao confiava neles”

Uma das frases espirituosas do livro Livros demais!, de Gabriel Zaid. Em breve, espero escrever algo sobre esse livro aqui. Ele sim é demais =)

 

lindo lindo lindo Julho 25, 2008

Arquivado em: samba e canção — letícia féres @ 4:46 am

como se o vídeo nao bastasse, ainda tem a música linda, do tom waits, por cibelle.

 

você me mata de rir fazendo cócegas Julho 24, 2008

Arquivado em: samba e canção — letícia féres @ 9:29 pm

quase a música do ivon curi: mais feliz

 

da série diálogos mancos: no cafezinho Julho 24, 2008

Arquivado em: coisas da vida — letícia féres @ 9:19 pm

- nossa, minha cara tá ardendo!
- de frio?
- não. de vergonha.

 

chantal, hein? quem diria… Julho 24, 2008

Arquivado em: samba e canção — letícia féres @ 1:25 pm

porque pop francês também é mointa confusão…

 

da série: diálogos mancos Julho 24, 2008

Arquivado em: coisas da vida — letícia féres @ 5:17 am

- é engraçado como eu gosto de você.

- como é?

- é assim, maciço e sem fim.

- como o quê?

- como as vigas da ponte rio-niterói.

 

do julius Julho 17, 2008

Arquivado em: escritos de outrem, sobre poesia e literatura — letícia féres @ 3:05 am
Quase todo poeta denota em si a cidade-imagem…
e o que não remonta carrega o odor do devir
que cobre todo o lago azul
onde as palavras estão gastas de medo_
Quase todo poeta denota em si o encontro do absurdo,
o mediterrâneo aberto para contemplar as árvores
que surgem dos seus olhos,
o grito em branco derramado
sobre mísseis distantes…
Quase toda poesia respira ainda que sob gases e solventes,
ainda que turvo infarto, lugar piano onde as mãos
não podem nada dizer frente ao poema,
e nada mais restar ao escuro da voz,
quase toda fina,
e os papéis velhos derramam os dias novos que respiram…
 

então um acadêmico olhou para o outro. fechou o livro e disse: Julho 14, 2008

Arquivado em: coisas da vida — letícia féres @ 3:32 pm

- isso não é literatura feminina.
- desculpe, meu caro. mas está claro que é.
- não é, não. olha só a pochete que ela usa.

 

complexo de épico Julho 2, 2008

Arquivado em: escritos de outrem, sobre poesia e literatura — letícia féres @ 11:30 am

Todo compositor brasileiro
é um complexado.
Por que então esta mania danada,
esta preocupação
de falar tão sério,
de parecer tão sério
de ser tão sério
de sorrir tão sério
de se chorar tão sério
de brincar tão sério
de amar tão sério?

Ai, meu Deus do céu,
vai ser sério assim no inferno!

Por que então esta metáfora-coringa
chamada “válida”,
que não lhe sai da boca,
como se algum pesadelo
estivesse ameaçando
os nossos compassos
com cadeiras de roda, roda, roda?

E por que então essa vontade
de parecer herói
ou professor universitário
(aquela tal classe
que ou passa a aprender com os alunos
– quer dizer, com a rua –
ou não vai sobreviver)?

Porque a cobra
já começou
a comer a si mesma pela cauda,
sendo ao mesmo tempo
a fome e a comida.

- do tom zé